quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Chutando o pau da barraca...

Honestamente...

Alguém já teve vontade de mudar radicalmente de vida?
Como por exemplo vender artesanato, côco verde, sanduba natural nas areias de uma praia?
Já pensaram em morar de frente para o mar ou em uma comunidade espiritual alternativa?
Ou seja, dar uma virada radical, sair dessa hipocrisia toda, fugir desse mundo competitivo? Eu já... Muitaaaas vezes...
Esse meu sonho é utopia? Ilusão?
Você teria coragem? Conseguiria enfrentar uma mudança radical de valores?
Eu cá com meus parcos botões penso que está na hora, enquanto isso fico na praça dando milho aos pombos e mudando a cor dos cabelos e dos olhos...
Sigo sonhando!
E tenho dito...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Vergonha e graça...

Dia dos pais e meu Gustavo (15 anos) e os amigos dos DeMollay's se reuniram e preparam um jantar em comemoração ao dia dos pais.
No dia seguinte ele comenta:
- Mãe, o pai foi no jantar e levou a Márcia. (garota de 20 e poucos anos que ele namora à uns sete) rsrsrs...
A besta aquí, distraída por demás pergunta:
- É filho??? Que legal... e blá, blá, blá...
Finalmente, a idiota aquí pergunta maldosamente:
- Ela é mais bonita que a mãe???
O filho da puta aquí responde:
- Sinceramente mãe?????

Arroxeei (existe???) e ele complementou:
- Já viu filho achar a mãe bonita???

Karalhus, vansephuder os filhos que mamam na gente!!!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Relembrando, relembrando...

Saudades no peito....
Lembrança de quando eu dizia para meu fiote:
- Cresce não!!!!!!
Ele, pra variar, me desobedeceu, está maior que eu, peludo, chulézento!!!!!!
Só de lembrar que eu o amamentava chupando seu pézinho (ou mãozinha), tenho engulhos...

Publicado em 19/02/08

Minha cria...

Minha cria já foi filhote, agora quer se impor como Lobinho...
Como sou Loba Coruja tenho de contar e babar cadinho né?

Hoje fui fazer matrícula do meu garoto no colégio em que estuda (última hora é melhor pra negociar preços) e, coincidentemente, hoje é aniversário do meu Gustavo (15 anos) e do Gustavo da Lúcia Maricato (8 anos??).
Voltando ao assunto:
Lá na escola estava um certificado do meu filho que eu não sabia que existia...
Ele ficou em 26ª nas Olimpíadas de Física Paranaense.
Após as provas em Maringá, ele só disse pra mãe:
- Caracas mãe, fui mal demais, tinha um formigueiro de gente por lá...
Eu guento isso??

Publicado no dia 18/12/07

Felizzzzzzzzzzzzzzzz

Adivinhem o que o meu Lobinho aprontou???
Estou feliz, feliz, feliz...
Todos sabem que nada tenho, somente um filhote pra criar com muita humildade...
Nesse ano que findou, com dificuldades eu paguei 1/3 das mensalidades de um colégio particular para o meu filho.
Ele cursou o ano todo sem os livros indicados e só tirou notas acima de 80. E eu lá, suaado pra mantê-lo em boa escola, muito embora não tivesse condições.

Resultado: Acabei de saber:
O Lobinho, com 14 anos de idade, passou na primeira fase das eliminatórias para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Publiquei no Orkut dia 01/11/07

Natal Chegando...

Hoje, não sei porquê cargas d'agua, busquei no velho baú quase vazio de minhas lembranças felizes, o Natal mais especial de todos.
De repentemente veio "shazam"!!
E me peguei feliz com a lembrança. Procurem fazer o mesmo, recapitulem instantes por instantes pessoal. Será revigorante...
O meu se passou assim:
Ano 1993. Meu filho com 10 meses e alguns dias.
O pai do garoto, na ante véspera botou na cachola que queria uma fantasia de Papai Noel. Afinal, seus 100 e poucos kgs estavam lhe garantido um lugar especial no dia de Natal (e creio que ele fez alguma promessa de distribuir balas para uma cidadezinha aquí perto).
Corrí na costureira, cetim vermelho, plumagens brancas para os punhos, colarinhos e bordas do gorro, coturno preto de cano longo, cinturão preto, fios de nylon para a confecção de longa barba e abundante bigode, armação de óculos redondo.
Tudo pronto para a grande noite...
O Papai Noel foi entregar as balas na cidadezinha por volta de 19:00 horas, eu e meu pequeno Gustavo fomos para a ceia na casa de minha mãe.
Pontualmente, como fora combinado, chega o Papai Noel às 22:00 horas na casa da "sogra". Foi um alvoroço!!! Meus sobrinhos em torno de 6, 5, 4 anos de idade ficaram loucos com tão ilustre presença. Até os vizinhos vieram...
Ele disfarçava tão bem que até alguns adultos perguntavam:
- Quem é esse Papai Noel??
Foi quando o Papai Noel se aproximou do meu filho que se encontrava em pé no sofá (não andava ainda, só 10 meses) e disse:
- Hô, Hô, Hô feliz natal (com voz grossa).
Ato contínuo, meu filho calmamente e, no meio do silêncio, levou as mãozinhas na barba do bom velhinho e disse:
- Pa-pai...

A gozação foi geral, mesmo assim a ficha das outras crianças não caiu. Mas que foi inesquecível foi....

Sempre lembro alguma...

Contratei a Vilma, uma babá nova para fazer companhia ao Gustavo nos períodos da manhã, pois ele frequentava a escola no período vespertino.
Um dia, cheguei em casa correndo, para preparar o almoço e a Vilma estava lá, com um livro de história infantis ilustrado, lendo o livro para o Gustavo e a Nicoli, sua priminha um ano mais velha. Vilma sentada no meio dos dois pequeninos, e todos de olho no enorme livro nas mãos de Vilma.
Enquanto descascava as batatinhas, ouvia ela dizer esse é o AU-AU, e essa é PA-PÁ...
Nisso, Gustavo esticou a cabecinha, olhou para a prima e disse:
- Ela está querendo dizer CACHORRO e COMIDA viu Nicoli???

Um vovô careta!!

Finado Laurindo Gatto e seus dois netinhos passeavam pelas ruas da cidade.
Os netinhos, meus sobrinhos: Carlos (Táio) e Fernandinho (o Capetinha).
Táio com mais ou menos 8 anos e Nando Capetinha por volta dos 6 anos, viam o carro em movimento e bizoiavam o mulherio pelas ruas da cidade. Até que Táio viu uma mulher bonita e imitando os Trapalhões falou:

- Ô Bicho Bão!!
Seu Laurindo Gatto repreendeu na hora:
- Carlos, olha o respeito menino...
Nisso, Nando Capetinha olhou para o irmão e disse:
- Liga não Táio, o vô não é chegado!!!

Palpite Infeliz...

Um dia, quando meu PG (Paulo Gustavo) tinha por volta dos três anos, resolví mudar de cara como sempre fazia (FA-ZI-A).
Procurei a tinturista e optei por um vermelho intenso nos cabelinhos curtésimos e desfiados que eu usava na época. Insta dizer que o cabelo curto foi culpa do pequerruxo PG que tanto fazia birras na hora de cortar os poucos fios que tinha. Um dia, enfezei-me com ele e com o pai relapso que sequer levava o filho na barbearia, que acabei por socar o PG em um banco e sentei-me na cadeira do barbeiro (isso mesmo) e disse:
- Tosa... à la homem... rsrsrs
Depois de tempinhos, resolví radicalizar e pintar de vermelho.
Após saída do salão, peguei meu filho na escola juntamente com a amiguinha que eu chamava de "norinha".
No banco de tráz, os dois tagarelavam e eu me olhava no espelho me estranhando pacas.
Foi quando, ao descer para ajudar a norinha desembarcar, meu filho viu meus cabelos vermelhos de encontro ao sol e disparou:
- Nossa mãe, você pintou o cabelo de vemeio...
- Pois é né filho! Fiz uma enorme cagada no meu cabelo. Ficou muito feio?
Ele pensou, pensou e respondeu:
- Não se peocupe mãe, agora você pinta de veide do palmeiras.

21/06/07

Meu filho ontem falando na minha orelha...

Falando, falando, com a tabela periódica nas mãos explicando como se decora as colunas da dita cuja:
- Seguinte mãe, olha aquí essa coluna de símbolos, a gente simplesmente lembra que COMI SIRÍ GELADO SENTADO NA PARAÍBA...
Eu, trocava idéia calmamente com ele, pensando na tchurma que tocava a campainha em conferência no MSN (rsrsrs) e lembrei do filhote quando pequenino.
Falava demais, pouca coisa errada, mas não fechava a boca. Quanta tagarelice meu Pai do Céu.
Quando eu não aguentava mais dizia pausadamente:
- FAVOR. MANTER. A. BOQUINHAAAAAAA.....
Rapidamente ele respondia:
- FESSADAAAAA....
E cerrava os labios do enorme bocão!!!!

Era simples e eu não sabia!

31/05/07

A Loba está aquí pra contar a história que a amiga de minha mãe contou de seus netinhos hoje, na hora do almoço:
O neto responsável, inteligente, adiantado nos estudos, aos seis anos de idade (André), recebe a visita da priminha de Londrina, também com seis aninhos. Ambos vão com a avó ao ponto de ônibus e sentam-se no banco da frente, sob o olhar atento da avó amorosa e feliz. Dentro do perímetro urbano, a menina (Bruna) começa a ler uma pixação em muro:

- Bê - U, BÚ, Cê, E, BUCE...
Andrézinho interfere rapidamente:
- Fala não Buna, essa palava é palavão!!!
Bruninha candidamente olha para André e retruca:
- Há André, das veiz é algum nome de rua...

Auuuuuuuuuuuuuu

Meu Gugú...

Desde que ele nasceu, feio como só, e ainda mantinha uma linguona o tempo todo pra fora, sendo que e os médicos suspeitaram que fosse deficiência mental.
Lá vai a mãe, a sacola de roupas de bebê, o pai e o dono das roupas em busca de um neurologista infantil respeitável em centros maiores. Chegando ao destino, o médico viu aquela monstruosa língua exposta e requisitou os exames necessários, vieram os resultados, enquanto a mãe chorosa pedia à todos os santos...
O médico analisou os exames, olhou fixo para o pai e pediu para visualizar a língua paterna, depois, obviamente requisitou a língua materna...
Ao ver a minha enorme língua geográfica, emitiu o doutorzinho sonora gargalhada dando o laudo final:
- É genético, sinal de inteligência extremada.

Voltei para casa aliviada, pensando no suado dinheirinho que a odisséia toda havia me levado e procurando em todo quanto lugar minha inteligência escondida!!

Isso foi em 08/04/07

Ontem, no Supermercado vizinho, encontrei uma antiga conhecida.
Hoje, ela leva pelas mãos uma garotinha de 6 anos que adotou quando bebê e fui eu quem providenciou tudo para ela. Desde o bebê faminto e doente, até mesmo o primeiro banho foi em minha antiga casa de "senhora casada".
Os anos nos afastaram, o filho mais velho (também adotado), da idade do meu filho, faleceu em acidente de automóvel. Ela separou-se e, guarda no coração muitas mágoas do "ex ardentemente adorado".
Hannanih é o nome da garotinha. Espevitada, faladeira, intrometida, agitadíssima. Grandes e lindos olhos protegidos por pequenos óculos. Cabelos fartos, escuro, resumidos em caracóis... até lembram uma enorme cachoeira.
Mãe contando que filha amada conversa com ex odiado e adorado pelo MSN e que vai ditando à ela o que deve escrever para o pai, sendo que naquele dia aconteceu entre ambos a seguinte conversa:

- Há, o papai te deseja uma feliz páscoa.
- Pai, não sou Rá, sou Hannanih, rá é de rato, ratoeira, raposa.
- Hannanih, o papai deseja que o coelhinho bote um ovo bem grandão para você!!!
- Pai, você está pensando que eu sou boba??
- Não filha, você é muito inteligente, por quê?
- Pai, coelhos não botam ovos...
- É mesmo Hannanih, desculpas minha filha.
- Tá bom, desculpo sim, mas saiba que quem bota ovos é a coelha ouviu bem???

Depois do espelho de hoje cedo!

Forças do além

Gustavo tem certeza que existem forças do além que regem tudo na terra.
Gustavo tem certeza que seu cabelo é regido por forças ocultas
nada pode ser mais forte do que isso.
Gustavo já colocou gel, mousse, laquê...
Nada! Nada deixa o cabelo do Gustavo arrumado.
Deve existir algum tipo de imã gigante que puxa os cabelos de Gustavo para o alto. Não é possível...
Gugú tenta água gelada
Gugú tenta um novo corte
Gugú pede para a Loba comprar shampoos caríssssssssimos e, nada resolve!
Paulo Gustavo pensa seriamente em procurar um pai de santo ou passar em vestibular.
Droga, merda, bosta....
kkkkkkkkkkkk

Ops...

Saibam que a vitória é do meu filho e, eu considero tão somente dele! Mas, evidentemente isso tudo me deixou feliz...
Que honra saber que Deus me confiou tão singular criatura. Ele é a resposta dos meus questionamentos existenciais e a resposta tem sido boa.

Saibam que meu filho foi aprender à andar de bike aos 11 anos, não demonstrava o mínimo jeito para atividades físicas, cansou de chegar chorando do Colégio e dizendo:
- Hoje tive aula de educação física e os amigos me chamam de PATO..
Ou vamos andar de bike e ele grita:
- Corre menos mãe, você não tem juízo não???
Isso é ser mãe!!
Auuuuuuuuuuuu

Relembrando ano passado...

A Loba precisa dividir com todos os amigos daquí a alegria do momento.
Meu filho, 13 anos, está terminando o colegial e tem inteligência previlegiada, abençoada pelos céus!!!
Acontece que ele, sabedor dos parcos recursos financeiros da mãe Loba, inscreveu-se por sua própria conta em vestibulinho para concorrer em bolsa de estudos de colégio caríssimo da cidade.
Fez as provas e chegou em casa desanimado, dizendo que não havia passado, que estava muito difícil e que existiam 989 concorrentes para apenas 10 bolsas de estudos.
Eu simplesmente respondí: Filho, você não estudou e queria passar??
Acontece que ainda a pouco me ligaram do colégio, dizendo que meu filho classificou-se para a segunda fase em 9º lugar!!

Amigos, estão entendendo o por quê da Loba ter tantos problemas e ser tão exultante? Tenho um filho que aos olhos humanos não existe... rsrs
Torçam por ele, no sábado saberemos se ele consegue a bolsa. Amém!!

Auuuuuuuuuuuuuuu

Isso foi para a Dione (Recifense arretada)

Dione, conforme comentamos ontem, vou narrar à todos um fato que ocorreu comigo, espero que seja exemplo dignificante para os jovens pais.
Me considero mulher corajosa, não tenho receio de assaltantes e os mortos não me assombram. Mas, todos temos um ponto fraco né? O meu são pererecas saltitantes (pererecas pessoal) e cobras (nem precisa ser peçonhenta). Estou falando sério, maliciosos de plantão!! Pois é, a Loba tem paúra de cobras e pererecas...

Quando eu estava recém-operada do meu aneurisma cerebral (ainda careca), viajei em companhia do pequenino Gustavo de 4 anos e o pai dele. Rodovia deserta, Gustavo sentado no encosto de braço dos passageiros do banco traseiro, quando meu ex-marido atropelou uma imensa cobra que rastejava desesperada no asfalto quente. A dita cuja não morreu, ficou lá esperneando e tirando de mim pequeninos gritos de medo.
Pra meu desespero, o provocativo e queridíssimo ex, resolveu recolher a agonizante cobra em imenso saco plástico que se encontrava no porta malas. Descemos do carro (ficava mais prático fugir fora do carro, evidentemente). Ele então tentava de todas formas, com o auxílio de um pedaço de pau, enfiar a bendita no saco e não conseguia, pois a dita esperneava desesperada e eu GEMIA SUFOCADA à cada retorcida do ser atroz. Meu filho recuava junto com a mãe, o medo da covarde era evidente, não tinha como disfarçar!
Até que o ex, que vivia silencioso disse nervoso para a mãe neurótica:
- Você não está vendo que está deixando o Gustavo com medo? Pára com essas frescuras...

Foi automático, sem medo algum dirigí-me à cobra, peguei a bitela com ambas as mãos e enfiei no imenso saco plástico. Amarrei bem a boca do salvador (vários nós) e entreguei o volume ao louco...
Sem medo algum, pois a causa era justa!
Moral da História: Por nossos filhos fazemos TUDO, até mesmo disfarçar nossas emoções e sermos até mesmo hipócritas. Desde que a causa seja justa ok???
Beijos no core...
Auuuuuuuuuuuuu
Uma amiguinha de minha sobrinha, menor de idade. Na portaria de uma balada, com uma identidade que não era dela:
- Nome da mãe.
- ....é...Fulana de.....Tal!
- Nome do pai.
- ....
-Você nao sabe o nome do seu pai?
- É que ele morreu.
- E porque ele morreu você não sabe o nome dele?
- É que eu não gosto de falar nesse assunto.

Pode? Depois nós é que somos os espertos... hehehehe

Balada para embalar Paulo Gustavo

Um corpo que se avolumou
se arredondou pra te envolver.
Cresceu contigo
em forma de esfera.
Uma linda bola que pulava com tua vida.
Veio de dentro de mim
e tornou pequenas
as coisas aqui de fora.
Tive medo. Tive dor.
Mas acima de tudo estava a tua força
e o meu amor.
A tua força me guiou. Você era a luz.
Abocanhou sofregamente
seios chorosos.
Ansiosos por te alimentar.
Você foi o pequenino gigante
que me fez apaixonar-me.
Sou tua fã.
Só não te amo demais
porque amor não tem tamanho nem medida.
Apenas AMO VOCÊ.
Você o que de melhor tenho e o que de maior valor possuo.

Siga sempre em frente Gustavo.
E pise firme.
O mundo é todo teu.

Auuuuuuuuu - Encontrei também no baú e vejo feliz que à cada dia mais o meu Gustavo se apodera das cores de Deus prá pintar a vida!

Olha a babenta aí Genteeee!!!

Meu filho não gostava de bolas, carrinhos (eu até tinha medo rsrsrs), mas demonstrava uma curiosidade fantástica por legos, joguinhos, revistas, figuras e afins.
Um belo dia, o pai comprou-lhe um jogo de dominós e fez a entrega ainda dentro do carro, à caminho da casa da avó materna.
Lá chegando, desce o Pequeno Príncipe, com seus primeiros passos (1 anos e 3 meses) levando o jogo nas mãos.
Ao vê-lo, com aquela pequena caixinha, minha mãe alegremente foi perguntando:
- O que é isso Gustavo?
E ele, todo feliz foi logo respondendo:
- Um dominó Vó!
Minha mãe então, ciosa dos dotes intelectuais do neto, sentou-se no tapete da sala e disse naturalmente, já espalhando as peças no chão:
- Que bacana, vamos jogar??
De pronto, o pequeno Gustavo rebateu:
- Vamos!!!
Abaixou-se, levantou rapidamente e...
E JOGOU UMA PORÇÃO DE PEÇAS PARA O ALTO CHEGANDO À PULAR!!!!

Mais uma (copiando do Orkut) rsrsrs...

DONA CIDA foi uma personagem “ímpar” na vida do meu filho, pois por muitos anos acompanhou o seu crescimento, principalmente na idade áurea dos três anos em diante, quando todas as dores e sofrimentos que o Gustavo sentia haviam passado e o aprendizado da vida ganhava intensidade, seja indo à escola, aprendendo a nadar etc...
Dona Cida me contou que participou de um diálogo com o Gustavo, logo depois de uma pequena discussão com o pai, quando deveria ou não tomar banho, comer, etc... coisas do gênero que criança adora fazer suas escapadas para que a casa funcione conforme suas vontades de filho único (demarcando território...)
E, depois dele reclamar muito, começou a dizer que ninguém gostava dele etc, etc... Dona Cida então acabara de dar banho nele e com uma toalha, carinhosamente enxugava-o para em seguida troca-lo, então retrucou:
- Gustavo, seu pai gosta de você!
- Gosta nada! Ele brigou comigo!
- Sua mãe adora você!
- Não gosta não, ela também briga comigo!
- Gustavo, eles não brigam com você não! É que você tem que tomar banho... Tem que comer... Tem que catar os brinquedos do chão, senão alguém tropeça...
.... Veja bem Gustavo, lá no Parque Jabuticabeiras onde moro, tem dois meninos que apanham dos pais todos os dias.. Eles levam cada surra que ficam marcas no corpo! E estão sempre sorrindo... Não reclamam assim...
Gugú sempre muito atento quando outros falavam com ele, sempre prestando muita atenção, então ouviu bem a dona Cida falando... ficou quieto... não disse absolutamente nada!
Então Dona Cida continuou:
- Então Gustavo, o que você acha ? Seus pais não batem em você e aqueles meninos meus vizinhos, apanham todos os dias... e de noite dizem que gostam dos pais... beijam eles... nunca reclamam como você está fazendo... O que você acha?
- EU ACHO QUE ELES SÃO MALUCOS DA CABEÇA, ISSO SIM!!!

Amando... amando!!! Simples assim...


O Gugú (Paulo Gustavo), meu único filho, em virtude de suas "doencinhas" várias, desenvolveu muito o intelecto. Suportou muitas dores o menino, ficava muito tempo acordado e acho que isso fazia o cérebro processar mais rápido as informações recebidas no berço... rsrsrs.. sei lá, isso é explicação de mamãe coruja!!!
Com um ano de idade falava errado, mas formava frases inteiras, reconhecia figuras geométricas, cores e numerava até cem...
Meu sogro, idolatrava o neto e instigava o menino à responder o máximo que podia...
Em um dia de sol, os dois sentados na varanda e o avô perguntando:
- Que côr é aquele carro Gustavo?
- Vemeio...
Respondia de pronto o Gugú!
- Que côr é a camisa do Vô Altino?
- Banca...
O Gugú dizia e prestava atenção no Vozão!
Quando o avô viu uma senhora idosa, cabelos brancos, côr negra passando na rua perguntou ao neto, esperando a resposta preto:
- Olha Gustavo, quer côr é aquela mulher?
Gugú olhou a senhora, pensou, pensou, hesitou e respondeu em tom de pergunta:
- CINZA????
Meu filho Gustavo, quando deixou a cadeira de transportar bebês do automóvel, gostava de ir sentado no banco de trás, ao centro do banco traseiro onde tem um "banquinho" projetado para se encostarem os braços dos passageiros de trás....
Confortavelmente ele ia na sua tagarelice normal e perguntando sobre tudo. O pai dele em seu costume, virando-se para trás apontava o dedo para ele e "bam", como se estivesse dando tiros!
Ele baixava e orgulhoso falava:
- Errou!!!
De vez em quando, o pai conseguia "acertá-lo" e ela então fazia cara de alvejado e deitava seu corpinho no banco.
E, assim ambos se divertiam!
Foi quando ele resolveu tambem dar tiros.... e surpreendeu o pai com um "bam" então certeiro, pela posição de motorista do pai e ele passageiro de trás... O pai nao podia negar que ele havia errado!
Então, restou ao pai dele achar uma boa saída (o motorista não pode cair, com o carro em movimento...)
Então, o pai disse para ele:
- AHÃ..... Eu tenho um colete a prova de BALAS!!!!!
E, apontou para o seu peito como se não tivesse sido atingido...
O pequeno Gustavo ficou quieto... meio tímido...
E quando, mais tarde, o pai virou-se para trás e "bam", "bam"... mandando BALAS nele..... ele ficou quieto, apontou orgulhoso para o peito disse:

- Eu tenho um colete à "plova de pilulito"!!!!!!!!!

Paulo Gustavo

Meu filho Gustavo, quando deixou a cadeira de transportar bebês do automóvel, gostava de ir sentado no banco de trás, ao centro do banco traseiro onde tem um "banquinho" projetado para se encostarem os braços dos passageiros de trás....
Confortavelmente ele ia na sua tagarelice normal e perguntando sobre tudo. O pai dele em seu costume, virando-se para trás apontava o dedo para ele e "bam", como se estivesse dando tiros!
Ele baixava e orgulhoso falava:
- Errou!!!
De vez em quando, o pai conseguia "acertá-lo" e ela então fazia cara de alvejado e deitava seu corpinho no banco.
E, assim ambos se divertiam!
Foi quando ele resolveu tambem dar tiros.... e surpreendeu o pai com um "bam" então certeiro, pela posição de motorista do pai e ele passageiro de trás... O pai nao podia negar que ele havia errado!
Então, restou ao pai dele achar uma boa saída (o motorista não pode cair, com o carro em movimento...)
Então, o pai disse para ele:
- AHÃ..... Eu tenho um colete a prova de BALAS!!!!!
E, apontou para o seu peito como se não tivesse sido atingido...
O pequeno Gustavo ficou quieto... meio tímido...
E quando, mais tarde, o pai virou-se para trás e "bam", "bam"... mandando BALAS nele..... ele ficou quieto, apontou orgulhoso para o peito disse:

- Eu tenho um colete à "plova de pilulito"!!!!!!!!!

domingo, 2 de setembro de 2007

Repeteco...

As mulheres maduras deixam de ser Gatas e se tornam Lobas tanto no aspecto físico quanto no mental. Pensam como Lobas, vestem-se como Lobas, comunicam-se como Lobas, sentem-se Lobas, etc... Muito embora algumas Lobas se parecem com hienas (deixemos estas últimas de lado).
Com raríssimas exceções não vemos essa mudança total em algumas mulheres, essas continuam pensando que são gatas (mas estão com aspecto de Loba e não sabem, não se tocam e se tornam ridículas). Ronronam ao invés de uivar!! Pedem chorosas seus pratinhos de leite enquanto poderiam fartar-se de carne fresca e, o pior, ficam preocupadas com seus pelinhos e esquecem de cuidar da presa solta no campo e dos seus instintos!!! Essas, são lastimáveis: Usam roupas de gatinhas, não saem dos consultórios médicos e estéticos e, na sala de espera perdem tempo com revistas de fofocas, jamais pegam em um jornal, com medo de estragar as unhas de lobas (que pensam ser de gatas)...
Auuuuuuuu

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Super, super.... Hein???


Tem um desenho animado que elas juntam seus anéis e dizem:
- Super Poderosas, ativar....
Estive olhando para essa foto, pensando em cada alma que habita cada corpinho e pensando:
- Super Delicadas, endurecer....
Agora para a Marinês eu tenho um recadinho que virá na próxima postagem.
Auuuuuuuuuuuu

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Encontrando forças...

À quem interessar possa:
Loba tem um irmão 11 anos mais velho (entre tantos outros).
Quando a Loba aquí não passava de uma gatinha (2, 3, 4 anos), aquele irmão era o ídolo cavalinho. Wolf lembra vagamente que o irmão chegava em casa sujo de graxa (jovem aprendiz de mecânica), dizem que ela então estampava um sorriso enorme na carinha e corria para o abraço do jovem Irmão-Pai que sempre trazia “balinhas” no bolso engraxado. Wolf lembra nitidamente da emoção da chegada...
Dele, a gatinha fazia seu cavalo e, como aquele cavalinho sacolejava forte! Ambos contavam com a sorte, se ela escorregava de leve daquele dorso indomável, gargalhavam juntos, mas se o cavalo não era muito feliz no pinote, a gatinha caía doído e destampava o chororô. Vinha então a bruxa Mãe berrando com o Irmão-Pai, dizendo:
- Eu não disse pra não brincar com a menina deste jeito?
Por vezes o pobre cavalinho até apanhava por ser um Irmão-Pai tão maravilhoso e apaixonante.
Os anos passaram e a gatinha foi virando cavala, o Irmão-Pai se distanciou da cavalona por ciúmes e incompatibilidades várias, foi cuidar de seus próprios rebentos com seu zêlo costumeiro.
Trinta anos se passaram e um silêncio sepulcral entre os dois se instaurou...
Agora, a Loba fez burrada que não vem ao caso (ou será que vem?), e ao sair do hospital, o Cavalo-Velho-Irmão-Silencioso a esperava para contar a seguinte história:
Havia um reino.
Nesse abençoado reino existia um Rei, um Guardião fiel e um Velho Sábio Conselheiro. O Rei e seus súditos, todos os dias idolatravam um vaso de ouro cravejado de pedras preciosas que mantinha incólume uma raríssima rosa negra.
Um dia, como nada é para sempre, o Guardião faleceu. O Rei então requisitou ao Sábio um substituto à altura. O Velho Sábio juntou os melhores guerreiros em um círculo e no meio dispôs uma mesa e sobre ela o vaso com a rosa. Disse então o Sábio aos guerreiros:
- EIS O PROBLEMA!
Um guerreiro afoito, retirou sua lança e em um só golpe destruiu o vaso e a rosa. De imediato, todos os outros guerreiros lançaram-se furiosos sobre o idiota que destruíra a preciosidade, objeto de adoração do Reino. Nisso, o Velho Sábio interferiu e proferiu a seguinte decisão:
- Soltem-no, ele é o Novo Guardião de Sua Majestade, pois com presteza atacou o problema...
Obrigada meu Velho-Cavalo-Irmão-Sábio. Deus te abençoe e que a Loba aprenda a atacar o problema quando se deparar com o mesmo.
Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

domingo, 12 de agosto de 2007

Vô Chiquinho! Feliz dia dos pais...

Existem momentos assim...
De tanto medo, tanta ansiedade, tantos sustos, coração apertadinho, vivendo em uma fase tão detestável que tudo que eu mais queria era estar no quintal da minha Vó Leopoldina sob os olhos do meu Vôdrasto Chiquinho.
O jardim defronte à casinha de madeira era repleto de borboletas, a velhinha nunca bronqueava com meu tio que punha pimenta nas flôres e mandava eu cheirar.
Vô Chiquinho se enroscava em meus cabelos, enfiava seu narizão neles, esfregava a barba em meu rostinho e dizia:
- Que cheirinho gostoso!! Minha fia usa sabonete...
Ao receber meu beijinho, ele dizia:
- Obrigado, obrigado...
A gente dava milho pras galinhas, arrumava os galhos que virariam vassouras pelas mãos hábeis dele, recolhia os cavalos e bodes no curral, tomava banho de balde com chuveiro e jantava a comida detestável de minha avó, tudo de colher. E, quando a coisa tava preta comigo, meu avô pegava o relógio de bolso dele e me ensinava as horas, calmamente...
Pra receber esse carinho, eu enfrentava viagem de caminhão, só para não viver nada de ruim por alguns dias. Agora, tenho mais de 40 anos e presumo que deveria saber dar amor como avô, mas nem faço idéia. Não sei me amar e muito menos me convencer que tudo pode vir a ficar bem. Eu não sei.

Saibam que lí um texto, falando do arroz e da batatinha da avó. Fui obrigada a adaptar para meu Vôdrasto, e enquanto buscava as palavras do vivido ao lado dele, tenho certeza que Deus o pegou no colo lá no andar de cima...

Me ensina tudo de novo Vô Chiquinho???

Auuuuuuuuuuuuu

domingo, 8 de julho de 2007

Loba que é loba...


Loba não faz as unhas escolhendo a "corzinha da moda" do esmalte!
Afia as garras e pede de supetão: "o de sempre"!!!
Auuuuuuuu

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Devagar chego lá...

Mas, onde quero chegar mesmo?
Perguntinha que não quer calar, mas que tem de ser respondida antes do Rivotril fazer efeito.
Não sei se deito do jeito que estou ou procuro outra pele pra vestir.
Mas frio eu não passo, isso está decretado e em fase de execução...
Fuiiiii